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Consultório - Av. das Américas 5000 Lj 112 e 114 Academia Companhia Atlhética, 2 º andar shopping NYCC Barra da Tijuca - Rio de Janeiro
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Marcus Vinicius S.S. Gomes - Diretor

Formado em Ed. Física pela UGF e Fisioterapia pela UNESA - Faixa Preta de Judô - iniciou sua atividade em 1990 como professor de musculação, realizou estudos em cronobiologia na Fiocruz, Pós graduado na universidade de Lipezig (Alemanha), MBA em markenting pela FGV e Pós graduado em fisiologia do exercício pela UGF, doutorando pela Universidade de Buenos Aires.Abriu a N&T atendendo principalmente pacientes com transtornos comportamentais derivados do Centro de Medicina Interativa da Clinica São Vicente, introduziu um programa de saúde na Schlumberger serviços de Petróleo, co-autor do projeto Corredores Sulamérica, foi professor da cadeira de Neurofisiologia na graduação da UNESA, coordenador do programa de ginástica laboral dos funcionarios do barrashopping e é membro da Associação Brasileira de Crochetagem.

Gustavo Girão - Coordenador

Formado em Fisioterapia pela UNESA, pós graduado em Anatomia Humana pela UNESA, Especialista em Terapia Manual Manipulativa pela ABCroch, colaborador da ABCroch, desenvolveu trabalhos com pacientes da 3º idade em atendimento domiciliar e em terapia aquática, atendimento personalisado, Membro da Comissão de Ética da ABCroch, Membro da Therapy Taping Association, Palestrante na área da fisioterapia e em consultoria em prevenção e tratamento músculo esquelético, Coordenador de Estágio Supervisionado, Gestor em fisioterapia administrativa, fisioterapeuta do clube Rio Va'a de Canoa Havaiana e do clube Carioca adventure de corrida de aventura

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Livro de Treinamento Funcional


Sobre a Obra:

Os Exercícios Funcionais têm como base, tanto prática como teórica, métodos estruturados, como: o Pilates, a Yoga, o Tai-chi-Chuan, a Ginástica Cales-tênica, a Facilitação Neuro-muscular Proprioceptiva; tornando-se, assim, um méto-do que engloba conceitos sólidos e bem fundamentados, contudo, obedece outra metodologia de progressão. É importante salientar que o Exercício Funcional não tem como objetivo prevalecer sobre as outras atividades, é, somente, mais uma opção tanto para o treinamento como para o tratamento.
Quero convidar todos a fazerem uma viagem nessa nova opção de treinos e de tratamentos.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Fisioterapia na Seleção Brasileira de Judô


"Fisioterapia na Seleção de Judô"
por Marcus Vinicius Gomes



O trabalho de fisioterapeuta na seleção Brasileira de Judo é gratificante, as condições de trabalho são boas e o trabalho em equipe é valorizado, nossos campeões treinam no limite e por isso o corpo quase sempre sofre, articulações e músculos merecem total atenção.

O quartel general da Fisioterapia geralmente é o nosso quarto, somos 3 fisioterapeutas, e atendemos de 3 a 6 atletas por vez, as lesões mais comuns são de ombro, coluna lombar e dedos, nesse Grand Slam começamos a introduzir exercícios funcionais para ajudá-los na estabilização principalmente da cintura pélvica. O que seriam?

Os exercícios funcionais hoje, vem se tornando uma ferramenta importante nos conceitos de treinamento como também no âmbito terapêutico, tais exercícios buscam melhorar a estabilização e a mobilidade articular, o foco é o movimento, a reprodução do gesto motor; o entendimento do corpo muito mais além de músculos; a plasticidade, coordenação, conjugação do movimento, permitem que a percepção corporal aumente, a isso chamamos de propriocepção.

Mecanismos de controle partem de áreas nobres no cérebro e favorecem o conhecimento do corpo e suas possibilidades de movimento, comandos intrínsecos levam e trazem informações do meio, armazenam e as ajustam para que o organismo possa até antecipar algum evento recorrente.

A vantagem desse trabalho é a progressividade e os aspectos de inclusão, devido a sua forma de administração, podemos tomar como exemplo que um ancião que não pode entrar numa academia para realizar o "leg press machine" mas pode perfeitamente sentar e levantar de um banco na praça com total segurança, o Exercício Funcional , busca isso, a verdadeira função do movimento, no parâmetro atlético, de nada adianta um bíceps de 40cm de diâmentro se o quadril não tem mobilidade suficiente, isso no nosso mundo judoistico observamos... , jogo solto e bonito sai um ippon com leveza, força do movimento e não do músculo isolado.

No tratamento com exercícios funcionais avaliamos se houve perda da estabilidade ou mobilidade ou mesmo ambos e partir daí planificamos o protocolo. Nosso exemplo de sucesso foi o atleta Leandro Cunha, o "coxinha", no Grand Slam não foi tão bem , passamos uma série de exercícios para melhorar a mobilidade lombar, uma semana depois ganhou a etapa BH da Copa do Mundo , isso é o que mais gratifica, trabalho em equipe com resultado.




A cada 15 dias estaremos dando dicas de exercícios funcionais para nosso judo master.



saudações judoistas.
Marcus Vinicius Gomes
marcusgom@gmail.com

Treinamento Funcional

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Treinamento Funcional
Se consultarmos o dicionário encontramos as seguintes definições:

Treinamento: referente ao treino, treinar. Significa tornar apto para determinada tarefa ou atividade.
Funcional: referente à função ou desempenho desta. Concernente às funções orgânicas vitais ou a sua realização.
Ou seja, o treinamento funcional nada mais é do que é uma sequência de exercícios feitos para que o indivíduo adquira ou recupere valências físicas que diminuem com o passar dos anos e com o sedentarismo. São feitos em pranchas de equilíbrio, bolas, elásticos e outros equipamentos que aumentam a dificuldade dos movimentos e a necessidade de uma coordenção motora bem desenvolvida.
Os exercícios consistem basicamente em agachar, avançar, abaixar, puxar, empurrar, levantar e girar com o objetivo de desenvolver equilíbrio, força, flexibilidade, resistência, coordenação e velocidade. Estas qualidades são importantes para cumprirmos tarefas normais do cotidiano tais como: amarrar o próprio calçado, levantar da cadeira sem ajuda, agachar para pegar algo no chão sem perder o equilíbrio ou machucar as costas, alcançar objetos no alto, guardados acima da cabeça, sem sentir dor no ombro, caminhar nas ruas com equilíbrio e segurança, subir e descer degraus com mais firmeza nas pernas e principalmente, respirar melhor. Tarefas aparentemente simples podem se tornar complicadas, causando transtornos porque as musculaturas não estão fortes o bastante para tais movimentos. Estando atrofiadas, algumas rígidas, dificultam a mobilidade e ficam vulneráveis às lesões. O desenvolvimento da força e flexibilidade pode ajudar a evitar problemas no dia-a-dia, tanto em tarefas domésticas quanto no trabalho, além de melhorar a estética corporal.
Tomando como referência o livro Exercícios Funcionais, do meu grande mestre e amigo Marcus Vinicius Gomes, explico que tais exercícios têm como base, tanto prática como teórica, métodos estruturados de outras atividades como pilates, yoga, tai chi chuan, ginástica, facilitação neuromuscular proprioceptiva, etc., tornando-se assim, um método que engloba conceitos sólidos e bem fundamentados.
Os exercícios funcionais não têm como objetivo prevalecer sobre as outras atividades. Eles são mais uma opção de treinamento, uma ferramenta para os programas de exercícios. Outra consideração importante é que, quando optamos por realizar exercícios funcionais, precisamos ter consciência que os mesmos necessitam de vários cuidados, precauções e orientação por não se tratar de uma atividade que vise puramente a força do músculo de forma isolada mas sim, a harmonia do movimento. O profissional que orienta - professor de educação física ou fisioterapeuta - deve estar dominando a prática e a teoria num trabalho minucioso.
O que digo para meus alunos é: mantenham-se saudáveis, com peso corporal baixo, articulações e tendões fortalecidos, ossos mais rígidos, músculos resistentes, alimentação equilibrada e sorriso no rosto. Isto tudo é sinônimo de longevidade e bem-estar!
A medicina preventiva é a melhor aliada da sua saúde. Os profissionais aptos para esta orientação são os educadores físicos, os nutricionistas funcionais, os osteopatas, os acupunturistas e os médicos. Em conjunto, eles irão orientá-lo da melhor maneira possível para que você cultive uma qualidade de vida melhor e aposte em um futuro saudável. Portanto cuide-se permanentemente, sem sobrecargas e exageros, mantendo regularidade em seus exercícios físicos e equilíbrio emocional. Sorria sempre, seja otimista, tenha bom humor e ... mova-se!

Crochetagem - Diafibrolise Percutanea


O Gancho é uma ferramenta fisioterápica muito utilisada pelos profissionais da N&T para o tratamento das mais variadas lesões musculo esqueléticas. O trabalho é realizado em conjunto com demais técnicas fisioterápicas somando forças para melhora das lesões. A crochetagem realiza a quebra do oxalato de cálcio armazenado na bainha mio tendínea, fazendo uma renovação celular devido o aumento do aporte sanguineo local.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Viva saúde a revista on line do bem estar para toda familia

Depressão
O quadro visto sob um novo olhar
Nem só tristeza e desânimo caracterizam a doença. Esse distúrbio que afeta 36 milhões de brasileiros também se manifesta por dores difusas, cefaléia e alterações no apetite - e muita gente nem se dá conta. Especialistas apontam os caminhos para dar a volta por cima

De repente bate uma tristeza, um desânimo, um baixo-astral, para não falar na dificuldade de se concentrar no trabalho. Nesse meio tempo, as relações pessoais entram em descompasso e a vida parece perder a graça. Se você já se sentiu assim em algum momento, saiba que não é o único. Milhões de pessoas no planeta experimentam cotidianamente esse tipo de oscilação de humor. Ela surge por fatores externos, como um relacionamento que acaba, ou internos, que vêm com nossas lembranças e vivências.

Ainda há casos em que não existem motivos aparentes. Muitas vezes esses episódios desaparecem subitamente, assim como surgiram. Entretanto, se o estado depressivo se estender por mais de 15 dias e vier acompanhado de uma incapacidade de sentir prazer, seja lá no que for, o assunto torna-se bem mais sério. Principalmente se o comportamento for recorrente.

SINAIS DE UM COMPORTAMENTO DEPRESSIVO

 Inquietação
 Baixa de energia física
 Sentimentos de culpa injustificáveis
 Pensamentos pessimistas
 Irritabilidade ou impaciência
 Lombalgia
 Desesperança
 Dores de cabeça
 Dores pelo corpo
 Pena de si mesmo
 Crises incessantes de choro sem motivo
 Dificuldade de tomar decisões e de se concentrar
 Achar que não vale a pena viver




Depressão - também conhecida como sinônimo de transtorno depressivo maior (TDM), depressão unipolar ou depressão maior - é uma doença e atinge 17 % da população mundial. No Brasil, estima-se que 36 milhões de pessoas sejam afetadas por ela. A coisa é tão grave que muitos especialistas a consideram o 'mal do século'. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) trata-se da segunda maior causa de perda de qualidade de vida e, no ano de 2020, será tão comum quanto ter dores nas costas.

O distúrbio prejudica pessoas de todas as idades, nacionalidades, credos e sexos. As mulheres, porém, por motivos ainda não totalmente esclarecidos, parecem ser as vítimas favoritas. Estudos internacionais apontam que 25% do sexo feminino de todos os continentes contra 15% do masculino poderão sofrer com o problema. "Além das bruscas mudanças hormonais, as quais afetam diretamente seu estado emocional, a mulher moderna vivencia pressões sociais cada vez maiores. Hoje, ela tem de dar conta de sua vida profissional, pessoal, familiar e social com perfeição. Esse fator, somado a outros, pesa muito", diz o neuropsiquiatra e psicoterapeuta Guido Boabaid May, autor do livro Ana Maria Está Feliz, no qual aborda a depressão e os caminhos para se livrar do problema e chegar à felicidade.

Falta identificação
Sintomas emocionais, como perda de interesse, desesperança, culpa e desejo suicida são facilmente associados à depressão. Mas nem só de tristeza infinita se alimenta a doença. Cerca de 85% dos deprimidos apresentam alterações no sono - insônia principalmente. Os outros 15% dormem demais. Quanto ao apetite, segundo o neuropsiquiatra Guido May, 85% dos pacientes se queixam de perda de peso, enquanto 15% engordam por conta da ansiedade que leva a comer em excesso. O distúrbio também mexe com a sexualidade: "O indivíduo está tão voltado para dentro de si que não se sente capaz de doar afeto. Por isso seu impulso sexual fica regredido, como se tivesse um ano de idade", diz a psicanalista e sexóloga Dulce Barros (SP). E mais: dores persistentes e indefinidas, cefaléias e distúrbios gastrintestinais também podem estar apontando o problema e muita gente nem se dá conta disso.

Preocupada com a questão, a Federação Mundial de Saúde Mental, em conjunto com os laboratórios Eli Lilly e Boehringer Ingelheim, realizou um estudo envolvendo 377 pessoas com o problema, 375 clínicos gerais e 381 psiquiatras em cinco países - Brasil, Canadá, México, Alemanha e França. O trabalho, divulgado recentemente durante o Encontro Mundial da Associação Americana de Psiquiatria, em Atlanta, nos Estados Unidos, mostrou que, antes do diagnóstico, 72% dos pacientes com depressão severa não conseguiam identificar os sintomas físicos como sinais típicos da doença, embora 79% tenha revelado que já chegou a procurar ajuda justamente por causa desses incômodos.

A mesma pesquisa apontou que indivíduos com transtorno depressivo esperam, em média, um ano para procurar um especialista e só conseguem obter um diagnóstico adequado após passarem por cinco consultas. O pior é que quanto mais uma pessoa deixa de ser tratada, mais corre o risco de a enfermidade tornar-se crônica. "Como em qualquer doença, o diagnóstico e o tratamento precoces podem favorecer a evolução do paciente, melhorar as chances de tratamento e chegar a uma recuperação completa, além de diminuir o tempo de sofrimento imposto ao doente e seus familiares", diz Mário Louzã Neto, psiquiatra e psicoterapeuta do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Usp).

TRATAMENTOS EFICAZES
Muitos quadros devem ser tratados com medicamentos específicos. Apesar dos efeitos colaterais que podem apresentar, os antidepressivos estão cada vez mais eficazes. Veja quais são:
Tricíclicos: estes são os mais antigos, usados desde a década de 50 até aproximadamente o final dos anos 80. Em geral, apresentam fortes efeitos colaterais, como perda da libido e aumento de peso, além de, às vezes, interagirem com outros medicamentos. Atualmente são receitados para os pacientes que não respondem bem às drogas mais modernas. Seus princípios ativos são imipramina, a clomipramina e a amitriptilina.
De ação específica: atuam na recomposição da serotonina no cérebro. A partir dos anos 80, passaram a ser receitados em larga escala aos pacientes deprimidos. Seu representante mais famoso é o Prozac. Apresentam efeitos colaterais, porém bem mais leves que os tricíclicos, e têm pouca interação medicamentosa. São representantes dessa classe a fluoxetina, a fluvoxamina, a paroxetina, a sertralina e o citalapram, sendo os dois últimos mais indicados no tratamento da depressão em pacientes diabéticos, devido ao baixo risco de interação medicamentosa.
Antidepressivos de dupla ação: agem sobre a serotonina e a noradrenalina, proporcionando melhora nos sintomas emocionais (humor, ansiedade, tristeza) e físicos (fadiga, dores no corpo, sono). "Podem ser tomados em dose única diária e têm poucos efeitos colaterais", avisa a médica Giuliana Cividanes. Os principais princípios ativos dessa categoria são a venlafaxina (que pode aumentar a pressão arterial, por isso não recomendado a pacientes hipertensos e com diabetes), a mirtazapina (que causa muito ganho de peso) e o mais recente, a duloxetina, lançada recentemente no Brasil, sob o nome de Cymbalta.
Riscos em dose dupla
Não bastasse todo o sofrimento psíquico e físico, o transtorno é capaz de trazer ainda outros prejuízos para a saúde. Um artigo publicado na revista científica Diabetes Care mostrou os resultados de estudos recentes realizados na Universidade de Alberta, no Canadá. Entre outras constatações, verificou-se que a depressão pode elevar em 25% o risco de a pessoa desenvolver um diabetes tipo 2. O estudo, feito com 30 mil pacientes, homens e mulheres, alarmou os médicos, pois a possibilidade de uma enfermidade servir de gatilho para outra só aumenta os riscos de complicações. Afinal, diabetes e depressão estão no topo da lista das doenças crônicas mais comuns na humanidade moderna. "Embora haja maior prevalência de deprimidos entre pacientes com diabetes do que na população em geral, ainda não é possível estabelecermos relações de causas e efeitos.
Acredita- se que aconteça porque os portadores de doenças crônicas têm uma visão pessimista de seu quadro geral e de suas limitações. Por isso acabam ficando nesse estado", avalia a psiquiatra Giuliana Cividanes (SP). O sistema neuroendócrino pode também estar envolvido nesse risco de mão dupla, mas ainda não há evidências da maneira como interage. Mas os especialistas já perceberam que o paciente deprimido e diabético necessita de cuidados especiais. A escolha do antidepressivo, por exemplo, deve ser feita com critério. "É preciso encontrar um medicamento que não aumente o apetite e leve a um ganho de peso. Além disso, não precisa apresentar perigo de interações medicamentosas, pois a pessoa já toma remédios contra o diabetes", informa a médica.

E tem mais. De cada 100 pessoas com problemas de dores lombares, entre 30 a 35 sofrem de depressão. A estimativa é do especialista em Fisiologia do Exercício Marcus Vinícius Simões da Silva Gomes, diretor da N&T, do Rio de Janeiro. Professor de educação física, fisiologista e fisioterapeuta, ele desenvolve um estudo sobre a relação entre as duas doenças: "Estamos em busca do fator que une os problemas. Na relação depressão e dor lombar ainda não sabemos o que é causa e o que é conseqüência. Por isso, é necessário trabalhar em conjunto o corpo e a mente dos pacientes", conclui.
O fim da tristeza
Os médicos afirmam: depressão tem cura. "Apenas 5% dos pacientes não respondem a nenhum tipo de tratamento", diz Guido May. Os outros 95% têm boas chances de se livrar para sempre do problema, mas precisam também fazer sua parte. Segundo estatísticas, dois terços dos que tomam antidepressivos desistem do tratamento por não sentirem melhorias nos sintomas de imediato. É que, em geral, os medicamentos fazem efeito a partir da segunda semana de uso. E até perceber os primeiros resultados, o doente pode levar seis semanas.

Cada medicamento possui uma resposta diferente para cada paciente. Por isso, nem sempre é possível acertar com o melhor antidepressivo na primeira tentativa. Hoje, existe uma série deles bastante eficazes, com pouquíssimos efeitos colaterais. Basta um pouco de paciência para que o especialista ajuste o remédio e a dosagem adequada, a fim de que os sintomas diminuam até sumirem de vez.

Por fim, não custa lembrar que é fundamental para o sucesso de qualquer tratamento que haja empatia e confiança entre profissional e paciente. Sem essa boa relação, não há química que resista